Parece que a proposta do ministro da educação Fernando Hadddad terá de decidir entre um dos dois extremos para chegar à uma forma mais justa dos brasileiros acessarem o ensino superior. Na última quarta-feira (25), Haddad apresentou um projeto no qual o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) seria reformulado para poder substituir a tradicional prova de vestibular no acesso a mais de 55 universidades federais.O texto, que visa priorizar a democratização do ensino superior, expressa uma "vontade divina" do ministro de revolucionar o quadro atual. A proposta é incrementar a prova de acordo com as atuais diretrizes de avaliação dos vestibulares, sem no entanto deixar a base de análise e interpretação presente no Enem.
Na reportagem da Revista da Semana, o tema apareceu de forma polêmica. O tom é de desconfiança quanto à validade da decisão, uma vez que a mesma envolve pontos que devem ser revisados antes de qualquer passo em falso nesse território. Citarei apenas dois: repensar o caráter de exclusão social dos testes atuais e o fim da decoreba nas provas. Muito bem colocado.
O impasse agora é: o mais "novo" vestibular brasileiro deverá constar de um nível de conhecimentos mais específico, ao passo que não poderá perder o jeito "democrático" de ser do Exame Nacional do Ensino Médio. O ministro da educação quer resolver logo.Ele quer o novo sistema em vigor já nas provas deste ano.
Será possível encontrar um meio termo?
Estará Haddad apressadinho demais?
São essas perguntas que a nova prova requisitará ou responderá?
Na reportagem da Revista da Semana, o tema apareceu de forma polêmica. O tom é de desconfiança quanto à validade da decisão, uma vez que a mesma envolve pontos que devem ser revisados antes de qualquer passo em falso nesse território. Citarei apenas dois: repensar o caráter de exclusão social dos testes atuais e o fim da decoreba nas provas. Muito bem colocado.
O impasse agora é: o mais "novo" vestibular brasileiro deverá constar de um nível de conhecimentos mais específico, ao passo que não poderá perder o jeito "democrático" de ser do Exame Nacional do Ensino Médio. O ministro da educação quer resolver logo.Ele quer o novo sistema em vigor já nas provas deste ano.
Será possível encontrar um meio termo?
Estará Haddad apressadinho demais?
São essas perguntas que a nova prova requisitará ou responderá?

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