
Nos últimos tempos o "companheiro" Sarney teve sua conduta política reprovada por grande parte da população "deste país". Envolvido em denúncias de atos secretos e nepotismo, o atual presidente da mais alta corte legislativa perdeu-se na prática do coronelismo.
Prática esta que, aliás, disseminou-se em territórios paternalistas do Brasil do Bolsa-Família. Brasil que, por sua vez, é pano de fundo da vida do ex-companheiro operário e alvo da cultura de mando da família Sarney até os dias que se transcorrem. O mesmo Brasil pensa ser dois. E ambos tem fome ( que não é Zero) de destruir suas respectivas oposições.
O início e o fim
Os dois Brasis até já tiveram bons momentos. Ajudaram a cessar a impunidade e conduziram um processo de redemocratização. Sim, mas as crises chegam. E agora está claro: cada um com seus problemas. Debaixo de tetos diferentes, o antigo enlace comprova o ditado: quem pariu que se responsabilize.

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